terça-feira, 27 de novembro de 2012

O ano de 2012 tem sido uma viagem, no mínimo, turbulenta; com muitos altos e baixos, bem próprios da era que estamos a vivenciar.
No que toca ao amor, é um caminho cheio de sobressaltos, curvas, contracurvas e muitas derrapagens. Pensei ter chegado, este ano, àquele patamar da plenitude que é o amor vivido e correspondido.... mas... a vida, o destino, o que lhe queiram chamar, tinha outras ideias para mim.
Mais uma vez, não aconteceu. Mais uma entre outras. Quantas mais virão?
Dói muito ver-te, constantemente, alheado da minha presença, o que dantes não acontecia. É uma dor fina, porém acutilante e que, com facilidade espantosa, faz desvanecer o sorriso das minhas horas.
Ainda não me és indiferente.
Quanto mais tempo faltará até seres alguém mais na turba?
Esta é a minha inquietação de hoje.